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A Princesa da Casa

Eu sou a mãe, ela é a filha - a princesa. Embora às vezes os papéis se invertam!

Resiliência

Levanta-te, que fazes aí sentado no chão a lamentar ou a reclamar?
Há toda uma vida lá fora, uma imensidade de possibilidades,
há caminhos novos por percorrer, há novos planos por concretizar.

 

Levanta-te, ignora o que os outros te dizem,
ignora quem não te quer bem, quem te faz chorar,
ignora quem te magoa e te quebra por dentro.

 

Renasce, segue o teu destino,
tu és fonte de inspiração, uma beleza natural, tu és força e coragem.
Levante-te, e sorri!  

mjcosta

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Não esperes, faz acontecer!

Esperava que as coisas tivessem sido diferentes...

Esperava uma mudança, uma atitude diferente, uma vida melhor, um amor eterno, um dia radiante, um sorriso permanente, ou até um milagre...

Esperava acordar e ver acontecer sem eu ter que sair do lugar.
Esperava que tudo mudasse sem eu ter que mudar.

Hoje, deixei de esperar, agora vou atrás, faço acontecer!

 

Texto | Maria João Costa - segue-me também no Facebook 

A esperança.

 

Quem me dera voltar a abrir janela de outrora. Hoje, vejo os prédios cinzentos e sombrios, ouço o ruído ensurdecedor do trânsito citadino. Hoje, observo os passos apressados dos transeuntes que seguem as suas rotinas matinais, numa vida frenética e sem sentido. O ar está seco e pesado, o sol está pálido e mal encarado. Hoje, sou invadida por um medo brutal de perder aquilo que mais amo na vida, a própria, e sinto-me péssima, embriagada pelos meus próprios pensamentos. Num surto de raiva, fecho a janela e volto para o meu ninho. Sento-me na cama, olho-me ao espelho pregado na porta do roupeiro e penteio o meu cabelo louro, débil e fino. Um louro baço, que deixou de brilhar como sol. As mãos tremem, o coração palpita, estou infinitamente infeliz, mas quero pedir à vida um novo rumo. Quero! E tão depressa como a fechei, levanto-me da cama, e volto a abrir a janela. E assim como outrora, agora já vejo um céu límpido e sereno, um mar denso e azul à minha frente e avisto as montanhas, ao longe, cercadas por pequenos pedaços de algodão branco no horizonte. Agora, inspiro a tranquilidade desta vista e debruço-me para apanhar as flores que brotam nas árvores vizinhas, graças ao sol brilhante da primavera. Assim do nada, como se um véu de esperança me envolvesse, sinto-me definitivamente feliz! O meu medo tornou-se a certeza de querer viver! Tornou-se a esperança!

 

[Ficção - Life Moments]

 

Imagem by http://anamarta-anamarta.blogspot.pt/