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A Princesa da Casa

Eu sou a mãe, ela é a filha - a princesa. Embora às vezes os papéis se invertam!

Mulher e Mãe

Desde que me conheço como gente que para mim a escrita é uma paixão e um sentido na vida. Faço-o nos poucos tempos livres que me sobram entre ser mãe, mulher, dona de casa, profissional e amiga, mas se pudesse faria dela a minha profissão. 
 
No passado dia da mãe fui ao lançamento da colectânea"Poema Mulher", das Edições Vieira da Silva, no Inspira Santa Marta Hotel (que aliás, é lindo). Sinto este livro como um pequeno sonho tornado real, uma vez que é um bocadinho meu, pois participo com dois poemas da minha autoria. 

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É claro que foi uma experiência diferente, gira, e ter a minha filha a partilhar esse momento comigo foi o melhor de tudo. Quando me apresentei à plateia, e recitei um dos meus poemas, "Valoriza-te", ali estava a princesa da casa a admirar tudo e todos e "como que" a dar-me o seu apoio. 

 
Um dia que terminou bem, entre grandes amizades, e que despertou da melhor forma possível: «Mãe, já é dia da mãe? Então espera que vou buscar a tua prenda à sala."

Salva-me de Guillaume Musso

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Mais um livro simplesmente irresistível, "Salva-me", de Guillaume Musso, tem uma escrita fluida, de leitura rápida, com um encadeamento fantástico entre as várias personagens e as suas histórias de vida, e uma grande dose de mistério, suspense, amor e ação! 

Gostei, e o facto de uma das personagens ser um anjo, num mundo dramaticamente real, não torna a história irreal, pelo contrário, dá-lhe sentindo e vida. No livro, o autor aborda questões bem reais como o destino, a morte, Deus, o encontro, o acaso, o amor, o perdão. É um livro bem construído, que nos deixa muito em que pensar e reflectir!

 

A Sinopse:

"O insólito encontro entre Juliette e Sam é explosivo e mágico. Mas o apaixonado fim-de-semana que vivem juntos é maculado pela mentira. Sam, viúvo, diz ser casado; Juliette, empregada num café, diz ser advogada.
Juliette tem de regressar a Paris e Sam acompanha-a ao aeroporto. É o instante decisivo em que o destino de ambos pode mudar, mas nem um nem outro ousa pronunciar as palavras necessárias.
Meia hora mais tarde, chega a notícia: o avião de Juliette explodiu em pleno voo. Sam é agora um homem desesperado. Está longe de imaginar que a história deles não acaba aqui..."

 

4 factos a retirar do Livro

 

O amor acontece quando menos esperamos.

 

Tudo leva a crer que o nosso destino já está traçado, a vida é uma sucessão de acontecimentos já meticulosamente planeados e a morte o seu fim. 

 

De certa forma estamos todos ligados, os nossos actos podem influenciar a vida dos outros mais do que aquilo que pensamos [directa ou indirectamente]. 

 

Este livro é impróprio para quem vai viajar de avião, fica o aviso à tripulação!

[E por falar nisso, toda esta história em volta da queda do avião da Germanwing deixa-me perplexa. O homem sempre a surpreender-me, pela negativa.]

O que me diz este Livro [5]: "O Diário de Anne Frank"

 

Em Outubro de 2012 tive a oportunidade de visitar o anexo onde a família Frank se escondeu, de 1942 a 1944, para fugir à perseguição Nazi.

Quando era adolescente li o Diário de Anne Frank, o livro marcou-me profundamente. É o diário de uma rapariga forte e sonhadora, uma adolescente que se viu forçada a viver para sobreviver, juntamente com a sua família. E alí, naquele espaço tão pequenino, compartilhado por mais sete pessoas, Anne tinha um mundo tão próprio que de certa forma a libertava do cativeiro forçado. O livro é um testemunho real de uma parte cobarde e insana da história mundial. Infelizmente, todo o esforço da família foi em vão. Alguém os denunciou. E a 4 de Agosto de 1944 foram descobertos e presos. Anne Frank morreu de tifo, a 31 de Março de 1945, com apenas 15 anos, no campo de concentração de Bargen-Belsen. E o pai, o único sobrevivente da família, publicou mais tarde o diário. 

A Casa Museu de Anne Frank, em Amesterdão, foi fundada em 1960 em sua memória. Foi emocionante pisar o chão daquele espaço tão bem descrito nas páginas do diário e sentir a emoção retratada no chão e nas paredes do anexo. E de Anne Frank cito uma das minhas frases preferidas:

"Quando escrevo, sinto um alívio, a minha dor desaparece, a coragem volta. Mas pergunto-me: escreverei alguma coisa de importância?"

 

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