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A Princesa da Casa

Eu sou a mãe, ela é a filha - a princesa. Embora às vezes os papéis se invertam!

Mulher e Mãe

Desde que me conheço como gente que para mim a escrita é uma paixão e um sentido na vida. Faço-o nos poucos tempos livres que me sobram entre ser mãe, mulher, dona de casa, profissional e amiga, mas se pudesse faria dela a minha profissão. 
 
No passado dia da mãe fui ao lançamento da colectânea"Poema Mulher", das Edições Vieira da Silva, no Inspira Santa Marta Hotel (que aliás, é lindo). Sinto este livro como um pequeno sonho tornado real, uma vez que é um bocadinho meu, pois participo com dois poemas da minha autoria. 

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É claro que foi uma experiência diferente, gira, e ter a minha filha a partilhar esse momento comigo foi o melhor de tudo. Quando me apresentei à plateia, e recitei um dos meus poemas, "Valoriza-te", ali estava a princesa da casa a admirar tudo e todos e "como que" a dar-me o seu apoio. 

 
Um dia que terminou bem, entre grandes amizades, e que despertou da melhor forma possível: «Mãe, já é dia da mãe? Então espera que vou buscar a tua prenda à sala."

O Menino de Cabul, de Khaled Hosseini

O ano passado foi um ano fraco em leituras, e 2017 também não começou bem. Tenho muitos livros em cima da banca de cabeceira à espera do momento certo. 
 
Mas, "O Menino de Cabul", foi uma das leituras de 2016 que não poderia deixar de comentar, por ser um livro profundo, emocionante e um retrato de um país tão diferente do nosso. O Menino de Cabul fala da vida no Afeganistão nas suas diversas fases, antes, durante e no pós guerra, um retrato de uma cultura e de uma realidade tão distante da nossa. Além disso, toca em aspectos psicológicos tão próprios de qualquer ser humano ao contar a vida de Amir desde a sua infância, os seus medos, os seus sonhos, os seus fantasmas e  a sua insegurança. 
 

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a Sinopse
"No inverno de 1975, em Cabul, tudo o que Amir mais deseja no mundo é ganhar um concurso de papagaios para poder impressionar o seu pai, e Hassan, o seu amigo inseparável, está determinado a ajudá-lo. Mas, na tarde do concurso, um terrível acontecimento vai destruir os laços que unem os dois rapazes para sempre. E, mesmo quando a família de Amir é forçada a fugir do Afeganistão após a invasão soviética, Amir sabe que um dia terá de regressar à sua terra natal em busca de redenção."
 
 

factos a retirar do livro 

 

quando magoamos quem mais nos ama e quem amamos, abrimos uma ferida para sempre; 

 

nem sempre o ser que aparenta ser mais perfeito, com acções perfeitas, é verdadeiramente perfeito, todos erramos;

 

nos momentos de aflição mostramos verdadeiramente quem somos, e os medos que nos frequentam; 

 

na vida tudo retorna e há sempre hipótese de fazermos as coisas de maneira diferente; 

 

as nossas origens são insubstituível, são muito daquilo que hoje somos;

A Rapariga no Comboio, de Paula Hawkins

Dizem que "A Rapariga no Comboio" é o livro do ano 2015, pois para mim é também o de 2016! O livro de Paula Hawkins é um thriller de leitura compulsiva, surpreendente e arrebatadora. Ficamos envolvidos na vida e na história de Rachel, a rapariga no comboio, desde o início ao fim da história. 

 

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a Sinopse:

«Todos os dias, Rachel apanha o comboio... No caminho para o trabalho, ela observa sempre as mesmas casas durante a sua viagem. Numa das casas ela observa sempre o mesmo casal, ao qual ela atribui nomes e vidas imaginárias. Aos olhos de Rachel, o casal tem uma vida perfeita, quase igual à que ela perdeu recentemente.

Até que um dia...
Rachel assiste a algo errado com o casal... É uma imagem rápida, mas suficiente para a deixar perturbada.
Não querendo guardar segredo do que viu, Rachel fala com a polícia. A partir daqui, ela torna-se parte integrante de uma sucessão vertiginosa de acontecimentos, afetando as vidas de todos os envolvidos.»
 
factos a retirar do livro
 

será que conhecemos realmente bem a pessoa que vive ao nosso lado? 

 

a imagem que temos do outro não é uma imagem nítida da realidade, é uma construção ilusória com base nas nossas expectativas, nas suas atitudes e na nossa inocência; 

 

um bom mentiroso mente tão bem, que se engana a si próprio, e dúvida dos outros;

 

todos os passageiros escondem uma vida, em todas as casas habita uma história;

 

somos culpados quando acreditamos mais nos outros do que em nós;

 

 

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Ler é tão bom como o chocolate!

Em termos de leituras este foi um ano muito positivo face ao anterior, talvez não tenha atingido a meta pretendida, mas li muito, li novos autores, li livros que desejava ler, ri e emocionei-me com algumas histórias, e senti-me bem ao ler porque ler é uma actividade verdadeiramente fantástica. E além disso, só nos proporciona benefícios:

 

  • Diminuí os níveis de stress, porque ler acalma e relaxa;
  • Estimula o cérebro mantendo o pensamento analítico e crítico sempre activo;
  • Aumenta o conhecimento, aprendemos sempre algo novo ao ler;
  • Aumenta a concentração, porque exige atenção;
  • Aumenta o vocabulário porque encontramos sempre novas palavras ou expressões desconhecidas;
  • Desenvolve a memória porque memorizamos os acontecimentos ocorridos durante a acção do livro;
  • Desenvolve a capacidade analítica e o pensamento crítico porque o livro leva-nos a reflectir sobre determinado assunto, por vezes a pesquisar e a tecer críticas sobre o mesmo;
  • Melhora a escrita isto porque aprendemos novas palavras, absorvemos novos assuntos e interiorizamos o esquema narrativo do livro!

 

Aqui estão 8 boas razões para continuar a ler, além daquele que me motiva: o gosto pela leitura!

 

Ler é tão bom como o chocolate! 

 

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