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A Princesa da Casa

Eu sou a mãe, ela é a filha - a princesa. Embora às vezes os papéis se invertam!

As birras num mundo cor-de-rosa!

Ser mãe de uma menina é simplesmente maravilhoso! É como reviver a nossa infância, mas de modo mais intenso e noutra perspectiva. É certo que nesta fase (3 anos) as birras são uma constante, e há birras que nos tiram do sério. Aquele choro agudo porque foi contrariada, aquela teimosia e insistência "mas eu quero", a irritabilidade e a vontade de bater, magoar, expressar o que de pior sente. São horas difíceis, provas de resistência à paciência de qualquer mãe, sobretudo depois de um dia cansativo de trabalho.

Mas, e quem é que nunca perdeu a calma para logo a seguir sentir um sentimento de culpa do tamanho do mundo? Calma, digo eu para mim, de mãe para a criança que em tempos fui. Calma, é só uma fase que faz parte do crescimento, do desenvolvimento emocional, da vida. E se pararmos um pouco para pensar, muitas vezes o comportamento dos nossos filhos são o reflexo de nós mesmas, a ansiedade, a exaustão, o acumular das rotinas, de uma vida sempre apressada...

Ser boa mãe é manter a calma, respirar fundo, deixá-los por segundos a lutar contra essa irritabilidade e incoerência emocional, para logo a seguir confortá-los e enche-los de beijos. E claro, tentar explicar as consequências do que se passou, ajudá-los a crescer! Ser boa mãe, é saber parar na hora certa, perceber que o que está mal nos nossos filhos está directamente relacionado connosco, é ter tempo para cuidar de nós, pois só assim poderemos cuidar bem deles! 

E ser mãe de uma menina é simplesmente maravilhoso! É como viver num mundo quase sempre cor de rosa, onde impera a curiosidade, a inteligência, o bom-humor, a meiguice, o carinho e a vaidade. Só depende mesmo de nós continuar a tornar esse mundo cor-de-rosa, e evitar sempre o cinzento!

Arte. I love it #4

Ora, para quem está a pensar ter um filho, as seguintes ilustrações elucidam bem o que vos espera! Eu já passei por muitas deles, e apesar de no momento não ter achado assim tanta graça, hoje sorrio a relembrar tais situações e confesso, sinto até uma certa nostalgia! É que apesar de tudo, não há amor igual e é ele que nos recompensa.

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 Ilustrações de Lucy Scott, veja mais na página "Doodle Diary of a new Mum" !

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a Mãe

"Respira. Serás mãe por toda a vida.
Ensine as coisas importantes. As de verdade.
A pular poças de água, a observar os bichinhos,
a dar beijos de borboleta e abraços bem fortes.
Não se esqueça desses abraços e não os negue nunca.
Pode ser que daqui a alguns anos, os abraços que você sinta falta,
sejam aqueles que você não deu.
Diga ao seu filho o quanto você o ama, sempre que pensar nisso.
Deixe ele imaginar. Imagine com ele.
As paredes podem ser pintadas de novo,
as coisas quebram e são substituídas.
Os gritos da mãe ficam.
Muitas vezes você pode lavar os pratos mais tarde.
Enquanto você limpa, ele cresce.
Ele não precisa de tantos brinquedos. Trabalhe menos e ame mais.
Menos presente e mais presença! E, acima de tudo, respira.
Serás mãe por toda a vida. Ele será criança só uma vez.”

(Autor desconhecido)

 

Este texto é lindo. Quando se é mãe é de facto muito dificil ficar indiferente a textos deste género. E este em especial, é tão verdadeiro! Há momentos do dia em que estamos tão obcecados em fazer isto ou aquilo que esquecemos o fundamental, parar um instante e dar atenção à criança que tanto amamos e que um dia deixará de o ser. E tenho a certeza de quando esse dia chegar, dariamos de tudo para voltar a repetir os momentos de ternura e brincadeira. A maior parte das birras deles, que muitas vezes nos fazem perder a paciência, são apenas uma forma de nos dizer: «mamã brinca comigo» / «mamã preciso do teu colo» / «mamã gosto tanto de ti, porque é que não tens mais tempo para mim».