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A Princesa da Casa

Eu sou a mãe, ela é a filha - a princesa. Embora às vezes os papéis se invertam!

Pedrógão Grande. Mas, porquê?


Somos como o pó ao sabor do vento, 
não somos nada perante a vida, perante a mãe natureza. 
 
Somos feitos do passado, mas somos apenas o hoje, 
Somos experiências, matéria, genética e momentos.
 
Nada nos vale viver no amanhã, porque nada sabemos sobre ele. 
Mas não devemos deixar de sonhar, desejar e lutar, 
sempre vivendo no presente. 
É hoje que temos que sorrir, dizer bom-dia a quem cruza a nossa vida, agradecer e amar. 
 
Porque somos apenas hoje, o presente. 
 
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No sábado passado, em Portugal, em Pedrógão Grande, a vida deixou de brilhar, tornou-se cinzenta...É quando uma tragédia desta nos assola que sentimos o quanto não somos nada. O quanto a nossa vida é efémera e o quanto não podemos fazer nada para combater os acasos da vida.

Ou será que poderíamos ter feito mais para salvar estas vidas, para evitar tanta dor e sofrimento? Sinto-me inútil, triste e revoltada.

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E, há sempre uma pergunta que fica, mas porquê?

 

Força. Muita força.

Charlie Hebdo

"A liberdade nunca pode ser tomada por garantida. Cada geração tem de salvaguardá-la e ampliá-la. Os vossos pais e antepassados sacrificaram muito para que pudésseis ter liberdade sem sofrer o que eles sofreram. Usai este direito precioso para assegurar que as trevas do passado nunca voltem."

Nelson Mandela (discurso)

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Mas, infelizmente as trevas do passado voltam, e aqui tão perto e em pleno século XXI - armas, sangue, vingança, dor - marcam, mais uma vez, negativamente a história da humanidade. Ainda há tanto por fazer, tanto por mudar, aqui e lá, dentro e fora, na mente e no coração. Será que alguma vez vamos conviver livremente e com respeito mútuo?