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A Princesa da Casa

Eu sou a mãe, ela é a filha - a princesa. Embora às vezes os papéis se invertam!

Seg | 31.03.14

O que me diz este Livro [5]: "O Diário de Anne Frank"

 

Em Outubro de 2012 tive a oportunidade de visitar o anexo onde a família Frank se escondeu, de 1942 a 1944, para fugir à perseguição Nazi.

Quando era adolescente li o Diário de Anne Frank, o livro marcou-me profundamente. É o diário de uma rapariga forte e sonhadora, uma adolescente que se viu forçada a viver para sobreviver, juntamente com a sua família. E alí, naquele espaço tão pequenino, compartilhado por mais sete pessoas, Anne tinha um mundo tão próprio que de certa forma a libertava do cativeiro forçado. O livro é um testemunho real de uma parte cobarde e insana da história mundial. Infelizmente, todo o esforço da família foi em vão. Alguém os denunciou. E a 4 de Agosto de 1944 foram descobertos e presos. Anne Frank morreu de tifo, a 31 de Março de 1945, com apenas 15 anos, no campo de concentração de Bargen-Belsen. E o pai, o único sobrevivente da família, publicou mais tarde o diário. 

A Casa Museu de Anne Frank, em Amesterdão, foi fundada em 1960 em sua memória. Foi emocionante pisar o chão daquele espaço tão bem descrito nas páginas do diário e sentir a emoção retratada no chão e nas paredes do anexo. E de Anne Frank cito uma das minhas frases preferidas:

"Quando escrevo, sinto um alívio, a minha dor desaparece, a coragem volta. Mas pergunto-me: escreverei alguma coisa de importância?"

 

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Dom | 30.03.14

Bolo de chocolate sem ovos

E porque é que precisamente quando queremos fazer dieta, seguir tudo à risca, não exagerar nos fritos e nos doces, controlar as calorias, apetece-nos bombas calóricas? É contraproducente...

E hoje apeteceu-me comemorar o nosso dia (sim, o papá e a mamã da B. fazem anos de namoro), com um bolo, mas não tinha ovos... então, descobri que os bolos sem ovos também são bons, aliás deliciosos. Aqui fica a receita:

1. Duas canecas de farinha

2. Uma caneca de açúcar

3. Uma caneca de leite

4. Uma colher de sobremesa de fermento

5. Três colheres de sopa de chocolate em pó

6. Três colheres de sopa de manteiga

Juntei e bati tudo na Bimby. Levei ao forno numa forma untada e polvilhada com farinha a 190º graus durante 40 minutos. E só para tornar o bolo ainda mais saboroso, fiz uma cobertura de chocolate baseado na receita do livro base da bimby. 

A decoração e as velas são pormenores do papá da princesa B.!

Carpe diem!

 

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Dom | 30.03.14

Ao ritmo do amor

"Não importa o que pensam, o que falam pelas nossas costas, seja mal ou bem. Caminhamos juntos, com passadas tranquilas, saboreando o momento, sentindo a aragem fria do dia e o cheiro agradável a terra molhada. Ao ritmo da nossa idade, de braço dado, como sempre o fizemos ao longo da vida, continuamos o nosso percurso, sem medo e seguindo em frente.

O caminho nem sempre foi o mais recto: cruzámos conflitos, fizemos opções, virámos várias vezes à direita, travámos batalhas, recuámos e virámos algumas vezes à esquerda, ganhámos guerras. São os momentos felizes que relembramos com saudade. Crescemos juntos e fizémos crescer o amor entre nós. Cultivámos plantas, rimos de nós próprios, criámos raízes, ajudámos os outros.

Na infância brincámos sem pensar, aproveitámos todos os instantes de felicidade. Na adolescência os minutos teimavam em não passar, arreliava-nos o incerto e as borbulhas no rosto. Fascinava-nos o proibido e a descoberta. Mas de um momento para o outro a juventude foi-se e os minutos começaram a participar em autênticas maratonas. Preservar o momento era quase impossível. Ocupava-nos a família, o trabalho, os amigos, a sociedade, os projectos, a ânsia de querer e não ter. Mas conseguíamos parar quando o ritmo era demasiado acelerado. Conseguíamos sorrir quando nem sequer havia tempo para tal. Conseguíamos olhar o outro e marcar a diferença! 

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Sex | 28.03.14

Citação da semana [15]: as Palavras

"Podemos ter muitas palavras para dizer uma coisa que aparentemente é a mesma, mas a verdade é que cada um a diz de uma forma diferente. É por isso que as possibilidades de reprodução do mundo pelas palavras são tantas."

José Luís Peixoto

 

É por isso que a escrita é uma arte tão própria e singular. Às vezes parece que tudo já foi dito, escrito, mas cada um de nós tem a sua maneira peculiar de escrever uma história, criar um sentimento e contar um pensamento!

 

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