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A Princesa da Casa

Eu sou a mãe, ela é a filha - a princesa. Embora às vezes os papéis se invertam!

Ter | 11.08.15

a Ausência

Vou estar ausente por uns dias, vou deixar o blog à deriva! Vou relaxar, aproveitar o sol e a praia, vou rir, brincar e namorar, vou pensar e projetar, vou ler e sonhar! Ou pelo menos, vou tentar! 

 

Mas, vou ter saudades | até breve e boas férias!

 

Qui | 06.08.15

2 anos [Parabéns Beatriz]

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Dois anos passaram desde o dia mais marcante da minha vida, o dia em que nasceste, o dia em que te conheci. Parabéns princesa!

E a partir daí tudo passou a ser diferente! Se inicialmente a tua chegada quebrou a nossa rotina, andámos zonzos e a adaptação foi difícil, hoje fazes parte dela e é impensável planear a nossa vida sem ti! Trouxeste sentido, amor, ternura, sorrisos e muita felicidade à nossa casa. Se passámos por momentos complicados [cólicas, choros sem razão aparente, noites mal dormidas, febre], também passámos por momentos de muita alegria [primeiro sorriso, primeiro dente, primeiros passos, primeiras palavras], cada conquista foi e é hoje sempre comemorada!

É certo que as tuas birras e o teu feitio de leoa tiram-me algumas vezes do sério, mas a tua ternura, as tuas brincadeiras, os teus gestos de carinho, a tua vontade de saber mais, fazem-me sentir muito orgulho e felicidade! É na tua vida que está o verdadeiro sentido da minha! Quero que sejas muito feliz, quero ver-te sempre a sorrir e quero estar ao teu lado para te poder apoiar sempre que necessário! 

Parabéns princesa B.!

 

Imagem de m.mdemulher.abril.com.br

Seg | 03.08.15

Ao encontro da inspiração

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Como se fosse um fogo, ou uma chama, a arder dentro de mim, quando aparece, é instantânea, esta vontade de escrever que me dá tanto prazer. E dos meus dedos surgem do nada palavras que constroem um todo, com ou sem sentido, pouco importa, o que importa, é que me sinto vivo quando esta vontade louca de escrever desperta em mim.

Mas, há dias em que me sinto vazio, perdido, e vejo o acumular de papel amarrotado debaixo da secretária, sinto o suor a percorrer-me o corpo, sou invadido por um desespero inútil porque não gosto de nada do que escrevi. São linhas e linhas rasuradas e nem um copo de vinho me trás alento. O quarto pequeno, com cheiro a mofo, de uma pensão velha no centro da pior parte da cidade, também não ajuda.

Levanto-me, sentindo os músculos presos por causa das horas continuas ali sentado, vou até à janela, inspiro o ar poluído, observo o ambiente nocturno, acendo um cigarro e olho para o relógio de parede - é esta pressão imposta pelos horários que dá cabo do meu sistema nervoso, da minha inspiração. Desisto, por hoje desisto. A cabeça está demasiado ocupada com pensamentos supérfluos, a data de entrega terá que ser mais um vez adiada. Mas, conheço alguém que é capaz de me acalmar, que me trata como menino, que me dá alento e que mima quando preciso.

Apago o cigarro. E depois de um duche de água gelada, vestido e perfumado, deixo a porta bater por de trás de mim, desço as escadas da pensão e vou ao encontro do conforto nos braços desse alguém. 

[Ficção - Life Moments]

 

Imagem de www.revistabula.com