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A Princesa da Casa

Eu sou a mãe, ela é a filha - a princesa. Embora às vezes os papéis se invertam!

A Princesa da Casa

Eu sou a mãe, ela é a filha - a princesa. Embora às vezes os papéis se invertam!

11.05.17

Mulher e Mãe

Maria João Costa
Desde que me conheço como gente que para mim a escrita é uma paixão e um sentido na vida. Faço-o nos poucos tempos livres que me sobram entre ser mãe, mulher, dona de casa, profissional e amiga, mas se pudesse faria dela a minha profissão.  No passado dia da mãe fui ao lançamento da colectânea"Poema Mulher", das Edições Vieira da Silva, no Inspira Santa Marta Hotel (que aliás, é lindo). Sinto este livro como um pequeno sonho tornado real, uma vez que é um bocadinho meu, (...)
28.04.16

Desafios

Maria João Costa
O difícil parece-nos muitas vezes impossível ou pouco provável... Mas, em determinados momentos da nova vida: há fronteiras que temos que atravessar, há caminhos que temos que fazer, há papéis que temos que representar e há sobretudo medos que temos que ultrapassar e vencer! E o que inicialmente nos parecia improvável torna-se real... No final, conseguimos!   Texto | Maria João Costa - segue-me também no Facebo (...)
21.04.16

Um empurrão necessário

Maria João Costa
Existem palavras que nos doem, atitudes que nos magoam, ações que nos marcam...Mas, às vezes elas são como um empurrão na hora certa! Há momentos em que só precisamos desse empurrão para seguir pela estrada certa!
14.04.16

Sinto saudades..

Maria João Costa
Quem me dera que esta história não fosse a minha. Quem me dera que este sofrimento se ausentasse. Quem me dera que tudo na vida fosse mais simples e fácil. Quem me dera, mas não é! Quem me dera poder acordar e recomeçar de novo! Quem me dera poder apagar os sentimentos sentidos e as memórias guardadas! Quem me dera, mas não consigo! Ainda sinto tudo tão presente! Metade de mim é mágoa, dor e sofrimento... --»» e a outra metade é amor e saudade! «« --   Texto | Maria João (...)
31.03.16

Gosto de ti

Maria João Costa
Gosto de ti porque me iluminas. Gosto de ti porque me dás asas para voar. Gosto de ti porque estás ao meu lado. Gosto de ti porque sinto o coração aos pulos e borboletas na barriga. Gosto de ti porque sim, é difícil de explicar e mais ainda de quantificar!   Texto | Maria João Costa  - segue-me também no Facebook 
24.03.16

Já te disse que és o meu refúgio?

Maria João Costa
Conhecer-te fez-me bem, posso dizer que agora conheço-me como ninguém! Sei o que quero, onde quero estar e com quem quero ficar! Ter-te junto a mim, faz de mim alguém melhor: alguém com amor para dar, com paz, serenidade, força e humildade; alguém que tem a cabeça no lugar e o coração nas tuas mãos! Fica comigo, meu porto de abrigo!   Texto de Maria João Costa | segue-me também no Facebook 
17.03.16

Gosto de gente que sorri, mesmo quando a vontade é outra...

Maria João Costa
Gosto de gente feliz, que acredita, que não perde a esperança, mesmo quando tudo parece difícil...Gosto de gente alegre, com espírito aberto e energia positiva! Gosto de gente que encara os problemas com entusiasmo e que transforma batalhas em campos de flores! Gosto, porque me enchem de otimismo!   Texto | Maria João Costa - segue-me também no Facebook   
03.03.16

Foge do que te faz sofrer..

Maria João Costa
Podes fugir, deves fugir para bem longe dessa dor, soltar as amarras. Não podes, nem deves ficar agarrada a esse erro para sempre!Podes fazer de ti um exemplo, e salvar-te e salvar aqueles que amas. Não deves ter medo de mudar quando tudo deixa de fazer sentido.Deves fazer algo por ti, e não o deixes para amanhã, porque tu mereces ser feliz, hoje!   Texto | Maria João Costa - segue-me também no Facebook
22.03.14

Para celebrar a poesia, ontem, hoje e amanhã...

Maria João Costa
... transcrevo um dos meus poemas preferidos do escritor José Régio, o "Cântico do Negro":  "Vem por aqui" - dizem-me alguns com os olhos doces Estendendo-me os braços, e seguros De que seria bom que eu os ouvisse Quando me dizem: "vem por aqui!" Eu olho-os com olhos lassos, (Há, nos olhos meus, ironias e cansaços) E cruzo os braços, E nunca vou por ali... A minha glória é esta: Criar desumanidade! Não acompanhar ninguém. - Que eu vivo com o mesmo sem-vontade